A casa de bonecas – M. J. Arlidge [Opinião]

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Opinião:

Ao começar a escrever a opinião deste livro não me saí uma questão da cabeça: porque demorei tanto tempo a ler este livro? É tão bom! Se ainda não o leram…têm mesmo de o fazer.

A casa de bonecas é o terceiro livro de uma série em que a protagonista principal é a detective Helen Grace. Uma detective determinada, inteligente e bonita com um excelente faro para descobrir aquilo que mais ninguém consegue. Nem todos estão do lado dela e nem todos a entendem. Com um passado difícil é uma mulher de garra, disposta a enfrentar tudo e todos por aquilo que acredita.

Neste livro o autor manteve o carácter de Grace e manteve assim a essência desta série que já conquistou milhares de leitores portugueses, eu incluída. Adoro esta série e amo de coração esta personagem. 

Grace nesta nova aventura vê-se perante o corpo de uma jovem que foi assassinada e enterrada nas profundezas de uma praia. O bizarro começa quando descrobrem que a jovem não tinha sido dada como desaparecida já que alguém a mantinha vida. Como seria de esperar Grace acha tudo muito estranho quando começa a investigar e o seu faro diz-lhe que esta não deverá ser a única jovem que se encontra naquele local. Indo contra a sua chefe tenta descobrir e seguir o seu instinto…mas nem tudo será fácil para Grace.

Além de um enredo intrigante, o autor estrategicamente dá ao leitor pormenores da vida pessoal de Grace e de outros personagens do livro o  que torna tudo muito mais elaborado. O ritmo do livro é alucinante e contem cenas deveras desesperantes… Ao longo dos capítulos temos várias perspectivas: a de Grace, a do assassino, de colegas e superiores de Grace. No geral, uma panóplia de personagens e perspectivas que tornam tudo mais rico e muito mais cativante para o leitor.

Adorei este livro! M. J. Arlidge é soberbo e para mim um dos melhores escritores de policiais, dentro daquele que eu conheço é óbvio. Vamos todos gritar: HELEN! HELEN! HELEN! HELEN!

5*

Sinopse:

O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome. Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes. À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida.

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