Planeta: Novidades Outubro

Um romance sexy, cheio de ritmo, que fará com que se apaixone pela história e pelas personagens.

pessego

O TEU AROMA A PÊSSEGO
MEGAN MAXWELL

Uma história de amor, na mesma linha de Deixa-te levar, com cenas eróticas, bem ao estilo de Megan Maxwell, que conquistou as leitoras portuguesas com as séries eróticas Pede-me o que quiseres e Adivinha quem sou e ainda Surpreende-me, sendo a autora de romance erótico mais vendida em Portugal, depois de E.L. James.

Amor e sexo
para ler sem moderação.
Ana e Nekane gerem um estúdio fotográfico na zona antiga de Madrid. Um dia deflagra um incêndio no seu edifício e, apesar de estarem habituadas a trabalhar com modelos glamorosos, não podem deixar de se surpreender ante aqueles corajosos machões vestidos de azul que não se preocupam por o seu cabelo se encrespar ou por sujarem as mãos.
Quando a objectiva da máquina fotográfica de Ana se centra em Rodrigo, o seu coração indica-lhe que já nada voltará a ser igual. Ele dá-se conta da maneira apatetada como ela está a olhar para ele e, apesar de não simpatizar com ela, iniciam uma estranha amizade.
Tudo se complica quando Ana descobre que está grávida e Nekane a encoraja a cumprir a sua fantasia sexual com o bombeiro antes que a barriga, as estrias e os enjoos matinais se manifestem e o espantem. No entanto, uma mentira de Ana aos pais dará origem a um sem-fim
de enredos e situações alucinantes que deixarão Rodrigo sem fala.

Sobre a autora
Megan Maxwell é uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, publicou vários romances.
Em 2010 ganhou o Premio Internacional Seseña de Novela Romántica; em 2010, 2011 e 2012 recebeu o Premio Dama de Clubromantica.com; e em 2013 o Aura Galardão do Encuentro Yo Leo RA. Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, do cão Drako e do gato Romeo. Encontrará mais informação sobre a autora e a sua obra em www.megan-maxwell.com

Informação técnica
464 páginas / PVP: 18,85 €
Nas livrarias a partir de 26 de Outubro

Um testemunho sem precedentes: um alto prelado do Vaticano rompe o silêncio, revelando um rosto inquietante da Igreja.

1507-1

A PRIMEIRA PEDRA
Eu, padre gay, e a minha revolta contra
a hipocrisia da Igreja
Krzysztof Charamsa

«Rezava a Deus para que aquele homem verdadeiro nunca mais me deixasse
sozinho. Mas como? Na verdade, ele deveria deixar-me o mais rapidamente possível,
porque eu… era padre. E ele não sabia. […]
Naquela noite vira Deus que me amava, me abraçava, me aceitava, porque me
compreendia. Eu, especialista em Deus e em tudo o que é divino e… homofóbico ao
mesmo tempo, vira finalmente Deus. Encontrara um homem, mas vira Deus.
E, felizmente, estava a perder de vista a sua Igreja medíocre.»

Krzysztof Charamsa era Monsenhor e funcionário da Santa Sé (onde tinha substituído o padre Georg Gänswein, que se tornara secretário pessoal do Papa Bento XVI).

Em Outubro do ano passado, assumiu publicamente a sua homossexualidade. Foi suspenso pelo Vaticano, por quebra do voto de celibato. O caso foi notícia nos principais meios de comunicação em todo o mundo.

Este livro é a sua história, contada na primeira pessoa. Uma autobiografia honesta e absolutamente invulgar que relata o que é ser homossexual por debaixo de uma batina. Charamsa decidiu denunciar ao mundo a hipocrisia da Igreja Católica, uma instituição que, considera, há séculos utiliza o sexo com a finalidade de impor o seu poder.
O autor debruça-se – com profundo conhecimento – sobre a posição da Igreja Católica sobre o tema ao longo dos últimos anos, apontando incongruências baseadas em factos que ele próprio viveu ou testemunhou.

Sobre o autor
Krzysztof Charamsa nasceu em Gdynia, Polónia, em 1972. Estudou filosofia, teologia e bioética na Polónia, na Suíça e em Itália, para depois empreender uma importante carreira nos mais elevados níveis da Igreja Católica, como oficial do gabinete mais importante do Vaticano: a Congregação para a Doutrina da Fé, ex-Santo Ofício, ex-Santa Inquisição. Foi segundo secretário da Comissão Teológica Internacional, organismo que reúne oficialmente os teólogos mais influentes da Igreja. Autor de diversos livros e artigos ensinou teologia na Pontifícia
Universidade Gregoriana e no Pontifício Ateneu Regina Apostolorum de Roma.
Tudo isto até 3 de Outubro de 2015, dia em que assumiu a sua homossexualidade e lhe foram automaticamente retiradas todas as funções. Hoje vive feliz com o seu companheiro Eduard Planas e dedica-se à defesa dos direitos humanos das mulheres e das pessoas LGBTIQ.

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