NASCENTE: Largar tudo e fazer a viagem de uma vida

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ANDRÉS PASCUAL ESTÁ DISPONÍVEL PARA ENTREVISTAS

Vender a casa, o carro, deixar o emprego ou pedir licença sem vencimento, fazer as malas e partir, sozinho, em casal ou com os filhos. São cada vez mais as histórias que ouvimos de amigos, ou amigos de amigos que, sem hesitações, decidem partir para descobrir novas culturas, diferentes formas de pensar e estar e, muitas vezes, para se descobrirem. E um dia mais tarde, provavelmente ao contrário da maioria de nós, não se arrependerão do que deixaram de experimentar, conhecer, viver.

Andrés Pascual, escritor e viajante, já visitou mais de 40 países. Neles encontrou inspiração para os seus romances e, acima de tudo, lições valiosas que o guiaram na viagem mais importante de todas: a que fez ao fundo do seu coração para descobrir o que realmente desejava, redirecionando assim a sua vida.

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No livro A Viagem da Tua Vida (Nascente l 256 pp l 15,98€), Andrés Pascual, que largou uma carreira de 20 anos como advogado, recorda dez viagens a dez países bem distintos, revelando como o que viu, ouvir e sentiu mudou a sua forma de olhar a vida.

A verdadeira viagem não é aquela de que se trazem novas paisagens, confessou-me a Marianne num sussurro. A verdadeira viagem é aquela de que se trazem novas formas de olhar para si mesmo. – Andrés Pascual

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á alguma vez tiveste a sensação de estar a viver a vida de outro? Sentes que te falta alguma coisa? Aconteceu-me a mim. A nossa sociedade faz com que todos, num momento ou noutro, vivamos uma vida que não controlamos, impelidos pela inércia do trabalho, por uma relação desajustada, pelo caos quotidiano, pela incúria ou pela frustração. Confirmo-o todos os dias com muitos leitores e com as pessoas que me rodeiam. Ao tomar conhecimento de que há uns meses deixei o escritório de advogados, ao qual ofereci 20 anos, para me dedicar exclusivamente à escrita, param-me na rua e, apertando-me o braço com cumplicidade, sussurram-me ao ouvido: «Que sorte poder fazer aquilo que ama.»

É então que me estremeço ao pensar: Não deveria ser sempre assim, entregarmo-nos de corpo e alma àquilo que amamos? E não falo necessariamente em mudar de vida de forma radical, dar uma reviravolta de 180 graus e cortar com tudo, gritando «Carpe diem!» Bem sei que vivemos num mundo complexo, com muitos fios a controlar para que o papagaio não caia. Falo de nos sentirmos realizados, de desatarmos a correr atrás das coisas que fazem com que o coração nos bata de uma forma especial, que nos desenham um sorriso que não nos cabe na boca.

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