Romance com o duque – Tessa Dare [Opinião]

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Opinião:

Tessa Dare figura na lista das minhas autoras favoritas no que diz respeito ao romance de época. A autora através de histórias engraçadas leva o leitor por uma viagem de época cheia de peripécias e muito romance. Neste volume, que foi o primeiro livro a ser publicado em Portugal pela TOPSELLER, Tessa Dare apresenta ao leitor Isolde, um patinho feio que já perdeu todas as esperanças de concretizar os seus sonhos. Mas num dia inesperado recebe como herança um enorme castelo…mas como nem tudo são rosas o castelo tem um inquilino que afirma que o imóvel é dele.

Com uma escrita divertida, leve e com descrições engraçadas o leitor apaixonar-se-á por esta bela história de encantar. Os dilemas encontrados ao longo do livro não são novos para quem está habituado a ler este gênero de livros, no entanto, não deixa de ser enternecedor e comovente continuar a lê-los.

Os personagens são divertidos e cria-se logo uma enorme empatia com ambos, principalmente com Isolde que apesar dos golpes da vida quer sempre lutar para ter o seu romance cor-de-rosa e não desiste de ser independente e de ter as suas ideias próprias.

Adorei este livro e foi momentos fantásticos que passei com esta história!

4*

Sinopse:
Uma donzela perdida, um castelo misterioso, um duque com um temperamento e um passado um pouco… complicados. O cenário perfeito para um amor improvável.
Como filha de um afamado escritor, Isolde Ophelia Goodnight, também conhecida por Izzy, cresceu em redor de românticos contos de cavaleiros corajosos e belas donzelas. As histórias daqueles livros prometiam inúmeras possibilidades. E por isso mesmo nunca duvidou de que o romance teria lugar também na sua vida.
À medida que foi crescendo, porém, foi riscando essas possibilidades da lista. Uma a uma:
O patinho feio que se tornou cisne.
Ser raptada por um atraente salteador de estrada.
Ser salva da miséria por um príncipe encantado.
Alto lá… Agora que os seus desejos de amor romântico se haviam gorado, Izzy já estava resignada a uma vida de mera subsistência. Mas havia um conto de fadas predestinado a esta mulher de vinte e seis anos, não tão atraente quanto isso, pobre e que nunca fora beijada. Esse conto de fadas era… Este.

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