A todos os rapazes que amei – Jenny Han [Opinião]

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Opinião

A todos os rapazes que amei é o primeiro livro de uma série e é a estreia da autora Jenny Han em Portugal. Este é um livro mais dedicado a públicos mais jovens e femininos, no entanto, ao ler o livro vemos que tem uma certa responsabilidade inerente a ele, que o leva a ser um bom livro também para um público mais adulto.

Confesso que ao ler a sinopse do livro não fiquei nada cativada, mas depois de ler algumas opiniões fiquei curiosa e quis lê-lo. No entanto, depois de ler o livro a minha opinião ainda fica mais reforçada no que diz respeito à sinopse: não gostei nada nem a achei nada adequada. Acho que não reflecte na realidade sobre o que o livro trata.

Este é um livro com uma personagem principal bastante cativante, doce e muito inocente. É uma personagem que todos nós gostaríamos de ser ou então gostaríamos que fosse nossa filha. Durante o livro ela acaba por se ver metida numa situação para a qual não se preparara e que a deixou bastante vulnerável. É durante isto que acaba por se conhecer mais intimamente como jovem e também amadurece bastante. É possível ver isso no desenrolar do livro.

Não é um livro romântico, daqueles mesmo lamechas que nós põem a chorar, muito pelo contrário! É um livro que nós faz reviver a nossa adolescência e que nós diverte imenso com todas as peripécias que são comuns daquela idade!

Mas tal como disse em cima, vemos também um grau de maturidade e responsabilidade ao longo do livro que nós absorve e que nós leva a gostar imenso de Lara Jean. Adorei conhecer esta personagem e fiquei muito ansiosa com o final do livro! Fiquei a torcer para que acabasse tudo em bem para ela. Mal posso esperar pelo segundo livro!

3,5*

Sinopse:
«Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.

Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.

Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

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2 thoughts on “A todos os rapazes que amei – Jenny Han [Opinião]

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