A Filha do Barão – Célia Correia Loureiro [Novidade Marcador]

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Este livro foi muito aguardado para mim. É de uma autora portuguesa que eu gosto muito de ler e que eu sei que ainda tem muito para crescer.

Quem quer ler este livro? Eu quero muito!

A Filha do Barão
de Célia Correia Loureiro

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 580
Editor: Marcador
ISBN: 9789897540394

Sinopse
Quando, no Douro, D. João tece a união da sua única filha, Mariana de Albuquerque, com o seu melhor amigo, não prevê a espiral de desenganos e provações que causará a todos. No tempo das invasões francesas vivem-se romances impossíveis, histórias de amor sem fronteiras que atravessam os tempos.

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10 thoughts on “A Filha do Barão – Célia Correia Loureiro [Novidade Marcador]

  1. Paula diz:

    Carésimo. Nem autoras de renome têm livros a esse preço por cá. LOL A autora deste livro é quase uma desconhecida que tem sido publicada por uma amostra de editora chamada Alfarroba ou lá o que é. Só gasto tanto dinheiro em livros de autores que eu adore e que tenha a certeza que são bons.

    • milestrelas1 diz:

      E acha que a autora tem culpa? E por ela ser desconhecida isso faz com que a mesma tenha de ter um livro super barato para que a possam ler? Acho uma atitude errada. No entanto, não deixo de concordar consigo e achar o livro caro…assim como TODOS os livros que estão à venda são caros.

    • Mafalda Férias diz:

      E por acaso são os autores que fazem o preço? PAS. Que comentário tão dispensável. É bom saber que a Marcador e a RTP apostaram nesta autora que mesmo editada por uma amostra de editora, conseguiu ter sucesso suficiente para ser reconhecida agora por uma chancela de uma das editoras mais antigas de Portugal – a Editorial Presença.

      E para saber que autores que gosta não tem de se investir?! Ou todos os livros que leu dos seus autores favoritos custaram-lhe 5€? Se assim foi ainda bem para si!

      Não deixo de concordar, está um pouco caro sim mas não estão todos os livros caros?!

    • Célia Loureiro diz:

      Cara Paula,
      Daqui fala-lhe a autora “que tem sido publicada por uma amostra de editora chamada Alfarroba”. Eu não sou uma autora de “renome” porque o meu nome não é pomposo, tipo “Rebelo”. Se analisar o panorama de escritores nacionais contemporâneos, quem consideraria um autor de renome? José Rodrigues dos Santos? Consta que comprou a editora onde publica. Ele sim, deve estar podre de rico e podia pôr-lhe um precinho menos “carésimo” no livro. Isto porque, se fosse eu a pôr o preço nos meus livros, teriam ido ao mínimo possível. O meu interesse é um, e um apenas: ser lida. Para ter reconhecimento pessoal, meter dinheiro ao bolso? Não, se o seu sobrenome não for sonante e se os seus livros não tiverem sexo, asneiras ou triângulos amorosos, dificilmente enriquece. Sou uma rapariga de 24 anos que não teve dinheiro para Playstations e só teve computador aos 16. Como a televisão só emburrece as pessoas, tive de me entreter com outra coisa. Então li muito, e não estou a falar de leituras tipo “Cinquenta Sombras de Grey”. E como também nunca tive dinheiro para gameboys, distraía-me a escrever. Ao final de doze anos sem outro hobby, ou se começa a escrever algo de jeito ou é-se totalmente acéfalo. E como as grandes editoras só estão interessadas no lucro fácil proporcionado por livros de conteúdo dúbio, mas que os leitores consomem avidamente (porque estão no top da Fnac, porque são socialites, porque apresentam o telejornal), não tive outra oportunidade para me estrear se não através da “amostra de editora” que mencionou. Foi também isso um esforço e, se pensa que até hoje ganhei um centavo que fosse com a escrita, engana-se. Ainda divido o quarto com a minha irmã. Ainda não tenho carro. Não tenho ténis de marca. Sim, o telemóvel é um pequeno luxo, mas também nunca tive parada e trabalho para isso.
      É da responsabilidade de cada leitor decidir se vai alargar os seus horizontes, descobrir outros autores, experimentar algo fora da sua zona de conforto – em vez de “mais do mesmo”, que é seguro mas são águas estagnadas -, e ajudar-NOS, que escrevemos por amor. Ajudar-NOS, que passamos horas na biblioteca a fazer pesquisa e a mandar e-mails para a Austrália para criar um enredo que seja português, que fale do nosso país e do nosso povo, uma história com a qual se identifique e que poderia ser a da sua família. No entanto parece que é mais “ajuizado”, menos “carésimo” dar-se 25,00€ por um livro do Ken Follett, preço esse que deve repartir-se de modo a pagar ao batalhão de pessoas que fazem a pesquisa por ele no seu “escritório”.
      Eu não tenho escritório, mal me mexo cá por casa. Mas escolhi passar o meu tempo a escrever e faço-o por paixão. Lamento se não consigo levar um livro mais barato aos leitores, mas se tiver de pesar o tempo e os sacrifícios que fiz para chegar aqui, e se considerar que é mais barato do que um bilhete para um jogo de futebol, já estou satisfeita. Escrevo por gosto. Só preciso que me leia quem o faz para se desafiar e quem o faz, também ele, por gosto.
      Abraço,

      • Paula diz:

        Muito obrigada pela resposta. No entanto tenho que comentar que nunca li As 50 Sombras, nunca li Ken Follett, nem outros autores da “moda” e que a Célia parece achar maus autores (eu não li, portanto não posso criticar). Senti aí algum preconceito, à semelhança do que me acusou sutilmente. Que a Célia é uma autora quase desconhecida é um facto e que a Alfarroba é uma editora que tb não tem nenhum relevo no mundo das editoras tb é um facto. Lamento se não aceita a minha opinião, é tão válida como qualquer outra. Se o livro fosse mais barato, na casa dos 13-15 euros garanto que eu compraria, mas não sou rica e esse preço é um valor que só arrisco em autores que conheço e de quem gosto especialmente. Já vi que em certos blogs, principalmente os que apadrinham certos autores (está visto), não se pode dar uma opinião sincera. Cai-nos logo tudo em cima. Só conseguem ser imparciais quando convém. É uma pena.

      • milestrelas1 diz:

        Paula a questão não é ser imparcial. A questão é a forma como se dizem as coisas. A Paula foi muito rude no primeiro comentário que fez sem necessidade alguma. Neste seu segundo comentário note-se que fala de uma forma completamente diferente. Eu aceito as opiniões de todos desde que sejam dadas com respeito. Um bem haja!

    • Maria João diz:

      e só para que saiba, mesmo desconhecida há quem adore a sua escrita e que prefira apertar um pouco os cordões para puder ter o prazer de desfrutar da sua obra.

    • odesafiodaleitura diz:

      Com muita pena minha ainda não tive a hipótese de ler um livro da Célia, mas tenho bastante curiosidade devido a todas as opiniões maravilhosas que já li da sua escrita. Se o livro é caro? Sim é, assim como a maior parte da literatura vendida em Portugal e isso não é, certamente, culpa dos autores. Agora se prefiro dar 20€ por um autor português como a Célia a dar 15€ por umas Sombras de Grey ou um Harry Potter? Claro que prefiro, mil vezes! Quanto ao “uma amostra de editora chamada Alfarroba ou lá o que é”, ao menos é uma editora que aposta no que é português. Mas se calhar pensa que é preferível comprar apenas livros de editoras que se limitam a publicar o que fez sucesso lá fora, que na esperança de vender muito publicam séries e que depois deixam séries a meio porque não tiveram a saída esperada e deixam os leitores dessas mesmas séries “agarrados ao pau”, isso sim devem ser grandes editoras sem dúvida… 😯

      • Célia diz:

        Olá,
        Eu bem sei que a vida não está barata para ninguém. Este mês só comprei um livro em segunda mão e para o próximo só planeio comprar A Rapariga que Roubava Livros. De qualquer modo espreita a minha página do facebook, porque pus o Funeral da Nossa Mãe a 7,99€ com portes já incluídos. Como devem saber, tive de adquirir alguns livros à editora e paguei cada um ao seu PVP (17,00€). Aqui estou a vendê-lo a 8€, com prejuízo para mim de 9,00€ por livro, vezes um número que nem vou mencionar.

        Abraço 🙂

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