Mil noites de paixão – Madeline Hunter [Opinião]

Ian de Guilford é um sedutor implacável. Lady Reyna é uma mulher pura e íntegra. Juntos, são como a água e o vinho, o ódio e a paixão…

Sinopse
Eles não têm absolutamente nada em comum. Lady Reyna é uma mulher virtuosa e erudita, que preferia morrer a quebrar uma promessa ou voto. Ian de Guilford é um sensual mercenário, um cavaleiro errante cujo temperamento fogoso lhe valeu a alcunha de Senhor das Mil Noites. Ela não conhecia a sua fama quando, fazendo-se passar por cortesã, transpôs as linhas inimigas com um plano desesperado para salvar o seu povo. Agora que está frente a frente com o guerreiro a cujos encantos, diz-se, é impossível resistir, Reyna apercebe-se de que subestimou o seu inimigo. Ele está decidido a tudo para subjugar a sua virtude. A bem do seu povo, ela não pode ceder… e a sua audácia leva-a a fazer algo com que nunca sonhou: pôr em jogo o seu coração.

A minha opinião:

Eu adoro Madeline Hunter, foi com ela que comecei a ler este género de romances, os romances de época. Este livro é a minha 7º leitura da autora, adorei todos! E este não ficou atrás! Não consigo dizer qual o meu preferido, creio que gostei de todos eles da mesma forma.

Foi com baixas expectativas que comecei a leitura deste livro porque já tinha lido várias criticas negativas. Mas adorei! Adorei cada momento e cada linha.

Não tenho nada a apontar da escrita da autora, bela, simples e com poucas descrições torna-se assim uma das minhas preferidas em termos de escrita. Adoro quando ela transforma pequenos momentos com lindas palavras. Gosto muito também como ela descreve as cenas sexuais, porque sabe-as tornar amorosas e não vulgares como já é hábito encontrar neste género de livros.

Em relação aos personagens é claro que existe sempre um ou outro que me desaponta, mas no geral são todos bem construídos. Neste livro isso não foi excepção e gostei particularmente de Ian.

Não achei a história nada confusa e rebuscada como li em algumas criticas. Muito pelo contrário achei interessante os segredos guardados pelas personagens, mesmo apesar de alguns deles serem muito transparentes.

Há uma coisa que me enerva nas pessoas quando fazem criticas negativas a este género de livros que é o seguinte: SE SABEM QUE NÃO VÃO GOSTAR PARA QUE SE DÃO AO TRABALHO DE OS LER??

Toda a gente sabe que este tipo de livros é basicamente isto: gajo bom + gaja boa = brigam e depois = casam = THE END! Não vale a pena virem ler estes livros com a esperança de encontrarem grandes personagens e grandes histórias porque isso não vai acontecer. O propósito destes livros é ENTRETER um determinado TIPO de gostos…quando uma pessoa procura um livro assim já sabe o que vai encontrar…só se for novo nestas andanças que não o saiba.

Eu quando pego num género de livro assim já sei o que me espera e são poucos os que me desiludem porque eu já sei o que me espera…mas esta é só a minha opinião claro e as pessoas lêem e escrevem o que quiserem.

É um bom livro para ler na praia ou num domingo de descanso! ADOREI e recomendo 😀

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14 thoughts on “Mil noites de paixão – Madeline Hunter [Opinião]

  1. Norma Gondar diz:

    Não podia deixar de comentar, loltambém adorei o livro!!!e também detesto ler criticas do género é mais do mesmo, ou tinha uma boa personagem mas perdeu-se porque se mostrou tímida… ou aquela que mais me irrita “nestes livros não se aprende nada” mas eu já disse que quando leio do género ando a procura de aprender alguma coisa?! pra isso agarro num livro de historia em não vou virar nenhuma página e vou começar a pensar na minha vida nos meus problemas e vou fechar o raio do livro mais chateada do que já estava! brigadinha! eu adoro estes livros pela leveza, pelo entretenimento, e porque sou uma romântica incurável e já que na vida quase nada corre bem adoro livros que acabam bem os bons são felizes os maus morrem the end

  2. Sandra diz:

    Lolololol Norma é isso mesmo…possa…não é que a gente não leia livros “mais pesados”, mas eu gosto que acabem bem, sou romántica e adoro livros lamechas em que eles brigam e depois acaba tudo bem porque ele morre de amores por ela… se isso me faz ser parva ou outra coisa qualquer que seja…agora se já sabem que não vão gostar para que ler?? LOL tipo…

  3. Paula diz:

    Olá Sandra, gostei do teu comentário :)Olha, confesso que actualmente não sou muito adepta deste tipo de romance, mas digo-te que já gostei e adorava por exemplo, Nicholas Sparks… Continuo a gostar de uma boa história de amor, mas tenho optado por livros que têm uma belíssima história de amor e que a envolvem num clima/época histórica. Exemplos de livro que adorei e que cumprem isso são por exemplo “O Véu Pintado” de Somerset Maugham e “O que o dia deve à noite” de Yasmina Khadra. Não sei se os já leste, mas fica a sugestão. :DE claro respeito todos os livros e todos os gostos 😀 no entanto quando não gosto de algum livro, também digo… mas não leio nenhum livro com o propósito primeiro de falar de forma negativa.

  4. Arttemizza Lia diz:

    Também foi a partir desta escritora que comecei a gostar deste género de romances e adoro!!! Este é sem dúvida um dos meus preferidos, gostei imenso!!Gosto bastante de finais felizes e não estou de acordo com quem diz que as personagens femininas deste género de livros são submissas, é mentira, no final elas são elas que ficam sempre “por cima” pois conseguem sempre dar a volta ao “herói” e ele acaba sempre por lhes fazer a vontade! É claro que prefiro uma personagem feminina, forte e decida!

  5. Sandra diz:

    Paula obrigada pelo comentário tenho de ler esses que falas porque eu também gosto muito disso :)O que me referia aqui na opinião é que à pessoas que eu fico com a sensação que procuram mesmo ler estes livros para ter uma opinião negativa! Mas é claro que todos somos livros de gostarmos do que quisermos 🙂

  6. Célia Loureiro diz:

    Olá querida Sandra,

    Antes de mais, estou a alucinar ou fizeste uma renovação aqui no cantinho? Adoroooo o cabeçalho!

    Bom eu não sabia que a review era tua, nem sei como vim cá parar, mas eu sou um bocadinho mazinha e gosto de verificar se concordam comigo quanto a livros que me fizeram sentir ultrajada e que me deram a sensação de “wtf…?”.

    Mas estive a ler a tua review e compreendo-te – embora não partilhe da tua opinião. Queria só responder a esta parte:

    «Há uma coisa que me enerva nas pessoas quando fazem criticas negativas a este género de livros que é o seguinte: SE SABEM QUE NÃO VÃO GOSTAR PARA QUE SE DÃO AO TRABALHO DE OS LER??

    Toda a gente sabe que este tipo de livros é basicamente isto: gajo bom + gaja boa = brigam e depois = casam = THE END!»

    Eu continuei (será que voltarei a lê-la…?) Madeline Hunter porque me apaixonei pelos primeiros livros que li dela. Há autores que se repetem indefinidamente e dos quais acabo por desistir (Nicholas Sparks – Iraque, Carolina do Norte, mulheres a pintar, homens com covinha na face, diet coke -, Margarida Rebelo Pinto – conhece-o no supermercado/discoteca/dentista apaixona-se loucamente, tem um filho e é solteira, trabalha muito, chora muito, no final fica com outro que conheceu no sapateiro/jardim/fila de espera -, Nora Roberts – Irlanda… (muitos deles), mulher independente, homem estupidamente caído por ela, etc.etc…, Tiago Rebelo – dois homens uma mulher, duas mulheres um homem. Enfim… queria só contestar a parte em que dizes que estes livros revolvem sempre à volta do mesmo, e que as personagens não são memoráveis… bom, podem ter-me batido mais mas… meu Deus, o Camden do Um Amor quase Perfeito e a Gigi têm aquilo que é, para mim uma cena épica em Copenhaga. E a Beatrix e o William… que personagens, que história! E as Wallflowers da Lisa Kleypas? Todas elas memoráveis – Annabelle, Lillian, Evie e Daisy…

    Mas acho que a Madeline já começa a perder-se nos próprios enredos. Este romance, por ex., pareceu-me uma novela da TVI com 300 episódios a explicar uma história que dispensava metade deles. Foi muito cliclé e repetitiva… Mas também posso ser eu que ando sem paciência para a Hunter porque me escaldei com Os Pecados do Lord Easterbrook, que pensei que seria memorável porque ela tinha criado (nos livros anteriores) imensa expectativa em torno dele, e escaldei-me com o Protector, porque dei por mim a detestar a arrogância mandona do Morvan e a “rebelião” que a autora quis impôr à Anna e que saiu meio artificial, porque no fundo ela estava sempre a ceder sem dar grande luta…

    Bem, desculpa Sandrinha, mas pus-me a reflectir sobre estes temas… x)
    Beijinhoooos!

    • Sandra Sousa diz:

      Olá minha querida Célia, este opinião não foi para ninguém em particular e por isso mesmo espero que não penses que foi dirigida a ti!

      Concordo com tudo o que disseste, no entanto eu continuo a adorar estes autores (fartei-me de MRP e nunca li Tiago Rebelo nem tenho interesse em ler). A verdade é que os leio com um grande intervalo de tempo e por isso talvez ainda não me fartei.

      Em relação à Madeline Hunter, o que menos gostei foi O Protector por tudo o que mencionas no teu comentário.

      O mundo das leituras é assim mesmo, umas leituras melhores que as outras e eu acho injusto pedir aos escritores que se superem sempre. Ninguém é perfeito naquilo que faz.

      Então não sabias que eu tinha remodelado o blogue?? O que achas ??

      Beijinho*

  7. Célia Loureiro diz:

    Oh Sandra, claro que não pensaria nisso, que era para mim…!
    Mas senti necessidade de me explicar porque, em boa verdade, já peguei no livro sem grandes expectativas…

    O blogue está lindooo! Super profissional, o cabeçalho é mesmo 5*.
    Eu vou acompanhando as tuas leituras, acho que és uma romântica como eu, estes livros fazem-nos felizes!

    🙂

  8. Ne diz:

    Ora bem li bocadinhos destas opiniões todas e tenho que comentar tanto o livro, como a tua opinião como os comentários das outras.

    Então é o seguinte, eu sou fã de MH, NR, SK (sim ela também tem histórias tipo), etc (excepto NS que sou mesmo adversa), e sou fã de casais tipo, histórias tipo, e principalmente finais felizes. A questão aqui, mais precisamente no caso da Madeline, ela surpreendeu-me no primeiro e segundo livro (que eu adoro e ja reli umas 2x) mas depois começou a adaptar o mesmo tipo de personalidades ou evolução destas nas personagens femininas – e é principalmente por isto que eu deixei de ser fanzaça para ser so fã. Mas mesmo não gostando, ou gostando menos, eu continuo a ler porque estou sempre à procura ou na esperança que o próximo livro seja como os dois primeiros.
    Em relação a Nicholas Sparks ou Raymond Feist, esses aí é que não lhes toco mesmo porque já ficou mais que provado que não gosto nem da escrita nem das histórias deles. Aqui sim, não gosto e não me dou ao trabalho dos ler =)
    Concluindo, estou ansiosa para ler o Sedutor!

  9. Lariza Sousa diz:

    Eu acho que entre ”O Protector” e o ”Casamento de Conveniência”, ”Mil Noites de Paixão” é o que me prendeu mais a atenção. Eu falo que a Madeline fez uma trilogia, todos os personagens entram direto ou indiretamente em cada livro e dá um resumo de como era o passado de cada um antes de se conhecerem. Eu imaginei o Morvan de três formas diferentes! Esse cara (mds) é um deus grego, um sugador de corações! Eu me apaixonei por ele três vezes!!! Vou pedir a Madeline um homem como esse na minha vida! Madeline Hunter está na minha lista de escritores favoritos.

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